Om Poesia em outras terras
Apesar de ser extremamente delicado, o poema de J Luiz Duarte trata da transitoriedade da vida, muitas vezes com um toque de tristeza.
Os versos são feitos de antÃteses, ideias opostas. Também é importante observar que quase todos os verbos do poema estão no tempo presente do indicativo, o que indica que o poema visa evocar o aqui e o agora.
Nos versos do poema encontra-se a questão da dúvida e da incerteza, os quais sintetizam uma reflexão existencial profunda, falam das dores, das angústias e dos medos.
A busca pela realidade é um processo e um caminho. Imagine uma imagem congelada e cristalizada que está parada no tempo e no espaço. Os versos se referem tanto à aparência fÃsica quanto à angústia interior provocada pela ideia de que o tempo passa.
Os sentimentos de solidão, tristeza e angústia que já são caracterÃsticos da poética de J Luiz Duarte podem ser observados nos versos. Além disso, é visÃvel o sentimento de tristeza que surge quando alguém descobre que a vida não dura para sempre.
A degeneração do corpo é outro sinal de velhice. O eu-poético examina seus próprios aspectos internos e externos. Os versos mostram o movimento dos dias no sentido da vida para a morte.
A maioria dos poemas tem um tom sombrio, de amargura, apesar do eu-poético aceitar e acatar a passagem do tempo.
Observa-se que o eu-poético não visa esconder a dor ou a mágoa, e prefere assumir a solidão, assim como suas próprias rugas, mesmo que o tempo passe.
Os versos mostram a importância de olhar o mundo de uma nova perspectiva, viver a vida de uma maneira diferente e redescobrir as cores do cotidiano.
O poema enfatiza a entrega inteiramente. O eu-poético reforça a importância de se concentrar no presente e não se refugiar no futuro ou no passado.
A solidão é uma caracterÃstica da poética de J Luiz Duarte do ponto de vista negativo.
São poemas repletos de musicalidade. Trata-se de uma maneira de construir os versos que sugere quase uma canção.
A colocação dos seus versos leves e rimados facilita a musicalidade da leitura. As estrofes são baseadas em ações e são relativamente simples, porém extremamente visuais. Ao apelar para colocações cotidianas, com isso o poeta J Luiz Duarte tenta aproximar o universo poético da realidade.
à isso!
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