Om Adolescente, Eu Também Fui Um...
"ADOLESCENTE, EU TAMBÃM FUI UM!", esse o tÃtulo completo, narra de maneira rápida e sucinta, a trajetória de um adolescente como tantos outros adolescentes, que anseiam por liberdade e nessa transição (deixando a idade infância, entrando na idade adulta), os conflitos interiores se sucedem, manifestando-se exteriormente, numa forma de rebeldia, tÃpica da idade e daquelas criaturas que anseiam algo melhor, mais a pouca experiência e por que não? A maneira estereotipada como soi entusiasticamente, observam a vida, lhe dão uma perspectiva equivocada do futuro. Daà os comportamentos rebeldes, irascÃveis à s vezes, intolerantes, incompreensivos, vergonhosos (nesse caso, tem vergonha de tudo ou ao contrário, não tem vergonha de nada), timidez exagerada ou a necessidade de aparecer, por parte desse s jovens, ávidos de quererem ser alguém. Consequentemente, em muitos casos (e isso não é regra, mas...) a bebida, surge como uma forma de "liberdade" de "interação social" e outros vÃcios também. Tudo é diversão. Somente mais tarde (esse foi meu caso), vão se perceber, os tantos "benefÃcios" trazem à vida, a bebida e o cigarro. Parei com os dois vÃcios, não sem antes sentir na pele seus efeitos nocivos e corrosivos do poder de ataque do alcatrão, da nicotina, do álcool e dela, a "Mari", a "Marijuana. No livro, falo algumas vezes do personagem "Cidão!" Um verdadeiro figura de "gibi", "me ajudou muito a deixar de ser 'careta", me ensinou a fumar e a beber, mas, eu como bom adolescente, desejei aprender, não o culpo totalmente por isso, afinal, também fora vÃtima de seus pais ignorantes. Depois, paguei o preço. Depois, "migrei" para outras amizades, mais voltadas para o lado musical, propriamente dito, os "roqueiros" e foi aà que despertou em mim o desejo por tocar bateria e dessa feita e dessa forma, à quelas companhias muito mais indesejáveis que APARECIDO, o Cidão, foram ficando de lado, e dessa forma, inconscientemente talvez, salvei minha própria vida, de uma desgraça, a qual inevitavelmente, seria iminente. Pois, tantos outros colegas, algum tempo depois, foram presos, outro tanto, muito tempo depois, foram mortos ou pela polÃcia ou por seus pares. E eu continuei ouvindo e tocando "rock'n roll. Mas, no fundo, o jovem, só quer mesmo liberdade. Idade confusa, sentimentos contraditórios, depressão, confusão, torna-os vÃtimas fáceis dos 'incentivadores" do mal. Ou seja, tanto os falsos amigos, como o próprio vÃcio em si, enseja, a oportunidade à s avessas, é claro, do indivÃduo conseguir, "grande aprendizado". Uns sobrevivem para contar a história, outros, não tem a mesma sorte. (...) Não tem essas outras curtas linhas, o objetivo de enaltecer nenhum estilo musical propriamente dito, mas, simplesmente, mostrar a força do bem que há, quando se persiste em algo voltado para o bom caminho e para uma vida honesta!Diante dos meus amigos adolescentes à época, a simples troca de amizade, afinidade conseguida, devido ao gosto pelo mesmo estilo musical, simplesmente salvou uma alma, e esse, com certeza, não foi um caso isolado!Tudo bem que passado algum tempo, o gosto musical tornou-se, estudo de instrumento e posteriormente, formação de banda, sonhos de adolescente e mais adiante... decepção, mas, como o destino prega peças, cumpriu sua missão em minha existência, a persistência num objetivo musical, que a bem da verdade, dentre outras excentricidades, perdura até hoje!Mas, a verdade é uma só sempre fui apaixonado pela música, desde muito tenra idade (antes dos cinco anos), já ouvia cantores antigos e pouco mais adiante, comecei a ouvir Elvis Presley e nunca mais fui o mesmo!Nesse campo, fui longe demais até fui convidado a integrar bandas, tendo inclusive, um desses grupos musicais, tocado com conjuntos famosos do momento (passado é claro) e fato é que, alguns continuam até hoje!
Vis mer