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Nesta coletânea, incluem-se poesias de vinte e seis autores de várias gerações, nascidos ou residentes em Trás-os-Montes. Nelas se evidenciam temáticas diversificadas, que vão desde a natureza, o tempo, o quotidiano, o desejo, o amor, a vida e a morte, sobressaindo, no entanto, o aspeto telúrico. A coletânea tem a colaboração de diversos artistas plásticos, que ilustraram alguns dos poemas. Os deuses são os eternos inspiradores da arte humana. Curam os males da alma, as sezões do espírito e as feridas do corpo. Por aqui, somos bafejados ao ter o beneplácito divino de Sulis Flaviae, a inspiradora de palavras benfazejas. Com fervor, também gritamos: - Ave Sulis Flaviae! Maria Teresa Nobre
Depois de vários séculos de amadurecimento, a Língua Portuguesa de finais do século XV prefigura aquilo que será nos séculos seguintes. A produção literária da época, quer pela tradução de textos latinos e castelhanos, quer pela criação de obras originais, contribuiu para a maturidade da língua, permitindo o alargamento do léxico e o desenvolvimento da construção sintática com repercussões na capacidade de expressão. A imprensa, que entrou em Portugal no reinado de D. João II, teve um papel fundamental na divulgação de textos e no desenvolvimento e maturidade da Língua Portuguesa escrita. O dicionário, com mais de onze mil entradas, baseia-se no vocabulário das seguintes obras incunabulares: Sumário das Graças; Sacramental; Tratado de Confissom; "Vita Christi"; "História do Mui Nobre Vespasiano Imperador de Roma"; "Constituições de D. Diogo de Sousa"; "Evangelhos e Epístolas com suas Exposições em Romance"; e "Regimento Proveitoso Contra a Pestenença".
A obra contém os seguintes estudos: - "A Morte do Palhaço e o Mistério da Árvore" de Raul Brandão; - A casa por fabricar: uma leitura do poema "Andaime" de Fernando Pessoa; - Desconstrução / Reconstrução do Portugal do Século XX nos "Textos de Intervenção" de Almada Negreiros; - A técnica da citação no romance "O Delfim" de José Cardoso Pires; - Intertextualidade e intratextualidade no romance de Vergílio Ferreira "Em Nome da Terra"; - Vergílio Ferreira e o deve-e-haver; - Conflitos de interpretação face ao romance de José Saramago "O Evangelho Segundo Jesus Cristo"; - Macau e a China nos romances de João Aguiar; - Contrastes linguísticos e culturais no romance "O Mar de Madrid" de João de Melo.
Depois de vários séculos de amadurecimento, a Língua Portuguesa de finais do século XV prefigura aquilo que será nos séculos seguintes. A produção literária da época, quer pela tradução de textos latinos e castelhanos, quer pela criação de obras originais, contribuiu para a maturidade da língua, permitindo o alargamento do léxico e o desenvolvimento da construção sintática com repercussões na capacidade de expressão. A imprensa, que entrou em Portugal no reinado de D. João II, teve um papel fundamental na divulgação de textos e no desenvolvimento e maturidade da Língua Portuguesa escrita. O dicionário, com mais de onze mil entradas, baseia-se no vocabulário das seguintes obras incunabulares: Sumário das Graças; Sacramental; Tratado de Confissom; "Vita Christi"; "História do Mui Nobre Vespasiano Imperador de Roma"; "Constituições de D. Diogo de Sousa"; "Evangelhos e Epístolas com suas Exposições em Romance"; e "Regimento Proveitoso Contra a Pestenença".
A principal finalidade desta obra é facultar uma panorâmica diacrónica das origens e formação da língua e da cultura portuguesas, esboçando os seus antecedentes mais remotos e descrevendo as fases da sua formação e as mudanças mais significativas a que foram sujeitas, quer devido a contingências políticas e sociais, quer devido a fenómenos inerentes à dinâmica da própria língua e cultura.A valorização da língua e da cultura como matrizes da identidade de um povo só pode ser justificada através de uma reflexão sobre a origem e evolução da própria língua e cultura. Com esta obra, visa-se proporcionar aos leitores menos informados um conhecimento das estruturas fonéticas, morfológicas, sintácticas, semânticas e lexicais da Língua Portuguesa ao longo do tempo, suas manifestações e seu modo de funcionamento, conjugados com uma reflexão sobre a cultura em que essas estruturas foram criadas e desenvolvidas.
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