Gjør som tusenvis av andre bokelskere
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A obra de David Castro me faz enxergar o modo medieval que norteia as formas como apropriamos o cavalo em nossa existência. Chamamos isso de amor, de sofisticação, de tradição, de integração, até descobrir que, sob essas cortinas coloridas, ocultamos tão-somente uma noção muito obscura de nossa própria hipocrisia. Entre as urgências da contemporaneidade, situo a necessidade de romper com o descompromisso em relação ao cavalo, como ser vivo, e por sua capacidade de doação quase infinita às nossas vicissitudes. Tudo o que precisamos é que esse sussurro penetrante nos desperte!
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